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Entretenimento

Filho de Ana Hickmann processa a própria mãe

O advogado Enio Murad, que defende o empresário Alexandre Correa, afirma que Alezinho vai integrar ação

Por Redação 05/02/2024 às 22:08:33

Foto: Reprodução

Um novo episódio controverso surgiu na disputa entre a apresentadora Ana Hickmann e seu ex-marido, Alexandre Correa. O advogado Enio Murad, responsável pela defesa do empresário acusado de agredir a celebridade, alega que Alezinho, filho do ex-casal, será parte de um processo movido pelo pai contra a apresentadora. Além disso, Correa iniciou uma ação contra a Record no valor de R$ 15 milhões.

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Em uma entrevista ao jornalista Ricardo Feltrin, o advogado explicou que a ação contra a Record decorre da extensa entrevista, com quase 45 minutos, concedida por Ana Hickmann ao programa "Domingo Espetacular" em 26 de dezembro. Na ocasião, a apresentadora compartilhou detalhes sobre o conflito com Alexandre Correa na residência do ex-casal em Itu (SP) e sobre as ocorrências de violência doméstica.


Conforme enfatizado por Enio Murad, Alezinho, filho de Ana Hickmann e Alexandre Correa, será apresentado como coautor e fará parte de uma segunda ação movida pelo empresário, relacionada às alegações de alienação parental. O ex-marido da apresentadora acusou-a de praticar alienação parental ao descumprir uma decisão judicial, impedindo que o filho, de 9 anos, passasse o período de férias com ele.


Enio Murad destaca, na entrevista, que tanto Alexandre quanto Alezinho foram "afetados" por Ana Hickmann. "Alexandre exerce a autoridade parental. Tanto Alexandre quanto Alezinho foram prejudicados pela alienação parental, e Alexandre foi alvo de injúria e difamação em uma plataforma de transmissão aberta. Assim, Alezinho e Alexandre estão movendo ações judiciais contra a Record e Ana Hickmann por danos morais e materiais".


O advogado destacou também que está representando Alexandre Correa de forma pro bono. "Alexandre teve seu direito de cidadão infringido. Se eu não o assistisse de maneira gratuita, visto que ele não teria recursos para pagar um advogado, ele ficaria desamparado. Portanto, ele se encontrava em uma situação de desamparo, tanto financeiramente quanto em termos de suporte jurídico fornecido pelos advogados da empresa".

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